29/01/09
27/01/09
Claro que ando por lá. A falar espanhol. No meu lado empresarial.E, segundo a minha filha , "como peixe na água" !
Muito bom ...
Hi5, Facebook, Twitter, 2 blogues, 3 contas de e-mail ...
8 horas de trabalho por dia, noutro pais. Viagens de ida e volta.
( pois... e um marido, uma casa, uma filha e um retriver de labrador )
8 horas de trabalho por dia, noutro pais. Viagens de ida e volta.
( pois... e um marido, uma casa, uma filha e um retriver de labrador )
22/01/09
- "Eu sei como eram as boxers do Presidente!"
Isso, sim, seria interessante.
Agora o vestido e as luvas da Sra. Obama ? ...
Agora o vestido e as luvas da Sra. Obama ? ...
Decidido: Abril de 2009
Quando o sono não chega tomamos decisões ou resolvemos pôr em prática decisões adiadas.
Aqui há uns meses tomei uma. Daquelas bem importantes. Das que mudam a vida duma pessoa. Depois tive medo e adiei-a.
Pois hoje percebi que já não é adiável.
Sei que este é um post chato, prometo que não vai haver mais. Mas estava-me atravessado e tinha de desbafar. Ou foi para me comprometer com a decisão?
Aqui há uns meses tomei uma. Daquelas bem importantes. Das que mudam a vida duma pessoa. Depois tive medo e adiei-a.
Pois hoje percebi que já não é adiável.
Sei que este é um post chato, prometo que não vai haver mais. Mas estava-me atravessado e tinha de desbafar. Ou foi para me comprometer com a decisão?
21/01/09
Um ponto a favor do Obama
Sermos da mesma idade.
É um bom exemplo de como aos 47 anos se pode ser jovem e maduro, ao mesmo tempo. Sonhador e experiente. Ter o futuro como horizonte e o passado bem presente.
Sem dúvida que se fosse americana teria votado nele.
É um bom exemplo de como aos 47 anos se pode ser jovem e maduro, ao mesmo tempo. Sonhador e experiente. Ter o futuro como horizonte e o passado bem presente.
Sem dúvida que se fosse americana teria votado nele.
13/01/09
Olé!
Apesar da crise, da quebra de vendas, das empregadas que pedem aumentos, da filha desaparecida em trabalho no Porto, do marido que chega tarde a casa, das compras de supermercado que se esqueceram de fazer, dos discursos do Sócrates, das reportagens exaustivas sobre o puto da Madeira, dos engarrafamentos em Badajoz, da onda de frio, dos saldos verdadeiros e enganosos, da Internet que anda lenta, da vaga de assaltos em Elvas, do ultimo livro de Jeffrey Archer, da Hola ás quartas-feiras, do Equador aos domingos, dos almoços com as amigas ás quintas... não voltei a fumar!
12/01/09
11/01/09
Brrr ...
Queria mesmo era estar a lagartar ao sol!
Que saudades do meu bikini, da minha praia, das bolas de Berlim, dos passeios á beira-mao IPod nos ouvidos, da bicicleta, das espreguiçadeiras da piscina, da rede na varanda, dos livros que se lêem á sombra ...
Que saudades do meu bikini, da minha praia, das bolas de Berlim, dos passeios á beira-mao IPod nos ouvidos, da bicicleta, das espreguiçadeiras da piscina, da rede na varanda, dos livros que se lêem á sombra ...
Com este frio é só mesmo o que me ocorre
Balada de neve
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.
AUGUSTO GIL
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
e cai no meu coração.
AUGUSTO GIL
09/01/09
06/01/09
03/01/09
Lisboa quando chove (in Taparueres)

Lisboa com chuva é caótica. Lisboa com chuva é cinzenta com reflexos de preto e prateado.
As pessoas fazem "cara de chuva", pescoço encolhido, rugas bem marcadas e lábios apertados. Do Tejo p'ra lá é só branco, em Lisboa quando chove.
Lembro-me da professora da primária, zangada, porque "não há branco na natureza, não podes pintar o céu só lá em cima, tem que se juntar até ao verde da terra, na natureza não há branco". Quase podia pensar que do lado de lá do Tejo não há natureza, não há nada.
Tenho mais sorte do que isso, do lado de lá do Tejo há um mundo, há a minha casa, há um sem número de gentes e costumes que não fazem cara de chuva quando chove.
Não desgosto desta Lisboa molhada, desta cidade com ritmo e velocidade mas que não é frenética. Não desgosto sobretudo porque não sou de cá e, em Lisboa quando chove, não faço cara de chuva.
01/01/09
Ufff...
Terminou 2008, um ano lixadinho.
E porque há que ter esperança, talvez 2009 não seja tão mau como o pintam
E porque há que ter esperança, talvez 2009 não seja tão mau como o pintam
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